terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Seja Homem!





"O homem é do tamanho do sofrimento que for capaz de suportar por amor" (Jose Luiz nunes Martins)
            Cresci ouvindo do meu pai e dos meus amigos que reproduziam o que seus pais também diziam, que ser homem é ser macho, não chorar, enfrentar os valentões da escola, ser o melhor no futebol, pegar todas as ,meninas que puder e dominá-las para fazer o que quiser, sentar de pernas abertas e coçar o saco na frente dos outros e não levar desaforo para casa. Graças a Deus não consegui!
        

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dependência



“O vazio existencial gera as mais diversas dependências”
            Muitas pessoas acham que a palavra dependente define apenas aquelas pessoas que depende de substancias químicas, mas o seu verdadeiro sentido vai além do que imaginamos. A palavra dependência significa: Estar sujeito ou subordinado a; estar sob o domínio, autoridade ou influência de. Viver a expensas de outra pessoa (Dicionário Online). Como vemos depender de alguém ou de algo é estar sob domínio, ou seja, quando você deixa de ter o domínio.
          

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Entre o egoísmo e o amor próprio


“Egoísmo e amor-próprio, longe de serem idênticos, são de fato opostos. A pessoa egoísta não ama a si mesma demasiadamente, mas muito pouco” (ERICH FROMM)
Muitas pessoas confundem o amor próprio com o egoísmo apesar de ser uma linha tênue para aqueles que não sabem diferencia-lo. É comum ouvirmos mensagens sobre amor próprio em livros, DVDs ou de pessoas, dando ênfase de que devemos nos amor sobre todas as coisas e pessoas.
A má interpretação do amor próprio é um dos entraves do perdão, também uma das explicações para o tratar mal o próximo. É comum vermos pessoas sendo aconselhadas a não “se rebaixar” para mostrar que tem amor próprio, mas o estranho é que a pessoa que decide por assim fazê-lo geralmente não consegue cumprir.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Feliz comportamento novo!






“Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou” (Albert Einstein).
            Perto da grande e esperada passagem de ano muitas pessoas se preocupam com os rituais de “sorte” para que o próximo ano seja melhor que este que passou. Então se vestem de branco, fazem combinações com calicinas e cuecas vermelhas para atrair amor, comem lentilhas para atrair prosperidade e jogam rosas no mar para atrair “proteção”. Mas entra o próximo ano e estão elas, sem amor, sem dinheiro e sem proteção, porque em meio a tantos rituais esqueceram-se de mudar os comportamentos que provocaram os tais problemas no ano passado.
         

Esperança





“Em seu nome as nações porão sua esperança" (Mateus 12:21)
            Qual a razão de as pessoas estarem felizes no Natal? Receber presentes? Receber os parentes? Passear pelo comércio? Melhorar as vendas?
            Se perguntarmos a qualquer criança sobre o que ela espera do natal, teremos como resposta receber um presente do Papai Noel. Um adulto pode responder que receberão a família e suas casas receberão enfeites. Os religiosos podem responder que receberão o menino Jesus em suas casas.
          

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tão Perto e Tão Distante

     



       Anos atrás colocamos a culpa na televisão como uma das maiores responsáveis de atrapalhar a comunicação nas famílias, mas mal sabíamos que o grande vilão estaria por vir: o celular!
            Presenciei uma cena que ilustra como anda a comunicação em família nos tempos modernos, foi em um passeio no Shopping e em uma praça de alimentação avistei uma (de várias) família sentada onde o pai e os filhos estavam cada um em seu celular. Imóveis por um bom tempo sem emitir uma sequer palavra.
         

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Diário de um banana: vencendo e superando o bullying

                   


                   Meu nome é Iris Vieira da Silva, sou Psicólogo (17 anos de formação) Clínico, Hospitalar, Palestrante, Coach educacional e consultor em psicologia no colégio Einstein Assis-SP. Para escrever este artigo peguei emprestado o tema do talentoso Jeff Knney, autor do renomado Diário de um Banana. Identifiquei-me muito com a sua obra através do filme que assisti, onde conta a história de dois meninos vítimas de bullying que ansiavam ser reconhecidos na escola a fim de acabar com o sofrimento.