terça-feira, 19 de março de 2013

Quem casa quer casa





Entre os maiores transtornos que costumo atender seja na clínica ou nas crises nervosas do pronto socorro está o transtorno de morar com os pais ou sogra(o)s sendo casado e principalmente tendo filhos. 
            Tal problema pode acontecer de duas formas: um dos conjugues começa a ter dificuldade de lidar com as interferências da família do outro, família esta que exige, pois afinal, estão sobre o mesmo teto deles ou o homem estando junto a sua mãe e mulher não sabe a quem defender ou quem escutar primeiro.
           

Mulheres, Ame-as!








            

   Todo ser humano precisa de uma mulher para nascer, toda criança de uma para se alimentar e todo homem de uma para se casar e assim se desenvolver na vida. Então, por que existem tantas mulheres sendo agredidas, violentadas e maltratadas?
            A mulher foi criada por Deus através de uma costela de Adão, e a costela anatomicamente fica ao lado do homem e não em baixo dos pés. O problema é que muitos homens não foram criados para saber como lidar com uma mulher, muito deles não aprenderam nem com suas próprias mães e irmãs.
           

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Construindo muralhas através do sofrimento





“O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o” ( Carl Gustav Jung)
            Saber sofrer eis a questão! Queremos aprender sobre tudo, desde as causas de comportamentos humanos a como se relacionar melhor com a tecnologia digital. Mas não buscamos aprender a sofrer.
          

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Dias nublados





“A sabedoria de um homem não está em não errar, chorar, se angustiar e se fragilizar, mas em usar seu sofrimento como alicerce de sua maturidade”(Augusto Cury)
Há uma infinidade de livros de autoajuda que tem como objetivo elevar o ânimo dos leitores, revertendo suas angustias em energia para correr, gritar de alegria e pensar positivo. Creio que eu não sou o único que não teve êxito após ter lido um destes livros.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Enquanto ainda há esperança





“Ninguém é um fracasso a menos que decida parar de tentar. Desesperança é um fardo que nenhum de nós precisa suportar, porque, com Deus, nunca é tarde demais para começar de novo” (Joyce Meyer)

            Não! Não é hora de desistir! Não foi tentado de tudo, as possibilidades não se esgotaram, enquanto respirar ainda há esperança, o Juiz ainda não autorizou a partida. Não pare, não tome nenhuma decisão agora, é tempo de esperar a sua visão expandir, para ver novos horizontes, para sentir a brisa de uma forma intensa, para observar o sorriso de uma criança, o olhar de uma mãe, o carinho de um Pai.
            Não vou me despedir de você, porque ainda é cedo, vou ficar esperando por pouco tempo para presenciar a sua felicidade. Vou esperar para ser convidado para as bodas de casamento que virão.
           

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Algumas reflexões sobre a morte e o morrer




“Faça tudo como se estivesse fazendo pela segunda vez (em vida) e estivesse prestes a cometer o mesmo grande erro” (Viktor Frankl)

            Por natureza não gostamos de pensar na morte seja nossa ou de entes queridos, mas ela sempre está por perto e não vem somente na casa do vizinho.
            Uma das minhas missões como psicólogo hospitalar é acompanhar as famílias na hora do luto e em alguns casos quando o médico solicita, informar a triste notícia do falecimento para a família. Nestes casos vejo dois tipos de reação: choro advindo da dor da perca e choro advindo da culpa. Culpa por quê? Por achar que não fez o bastante, por não ter perdoado ou por não ter amado o suficiente. Se é coerente ou não estas pessoas pensar assim cada caso é um caso. O que quero enfatizar é o fato de por não querermos pensar na morte do outro ela pode nos pegar desprevenidos.
           

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Um conselho aos Jovens





Pesquisas recentes comprovam que aumentaram o número de morte entre os jovens inclusive entre as estatísticas de suicídio, o que assusta e nos traz preocupação. Quanto às explicações para tais índices são inúmeras, que vão desde desestruturação familiar (déficit educacional), drogas e abuso de álcool. Dentro das estatísticas observamos que tais mortes estão ocorrendo em todas as classes sociais, chegando a lares onde há dialogo ou não.
            Quando leio ou assisto reportagens sobre mortes que envolveram jovens ouço muito uma resposta dos pais que se repete na maioria dos casos: “Não sabia onde meu/minha filho(a) estava ou não queria que ele(a) fosse/fizesse”. As respostas também se assemelham quando um filho foi preso.